A análise de risco é um importante instrumento utilizado pelas seguradoras para avaliar as situações que podem impactar a segurança e a proteção de um bem, empresa ou pessoa.
É a partir dessa avaliação que se pode definir as coberturas que serão oferecidas em um seguro, bem como o valor a ser pago pelo contratante.
Mas, afinal, o que significa risco?
Risco é a probabilidade de um evento incerto acontecer, afetando negativamente alguém ou alguma coisa. A mensuração é realizada a partir das probabilidades dessa ocorrência e da magnitude de suas consequências.
Saiba como as seguradoras realizam a análise de risco e de que forma essa ação impacta o valor de uma apólice!
O que é análise de risco?
A análise de risco é uma avaliação das possibilidades existentes de determinada situação causar prejuízos a uma pessoa ou empresa.
No Brasil, de acordo com uma pesquisa realizada pela Datafolha e encomendada pela Associação Brasileira de Planejamento Financeiro (Planejar), apontou que 58% dos entrevistados preferem pagar por um valor menor e recorrer a uma seguradora do que gastar um valor maior caso ocorra algum imprevisto.
Para o mercado segurador, a análise de uma apólice é baseada em alguns fatores, como:
- o que pode acontecer,
- qual a probabilidade para acontecer,
- quais os custos envolvidos diante dessa possibilidade.
É através dessa avaliação que se pode garantir um equilíbrio financeiro da proposta a ser apresentada ao cliente, uma vez que existe uma previsibilidade de sinistros, situação que permite uma diferenciação de preços entre as apólices.
Como as seguradoras realizam a análise de risco, na prática?
Para que as seguradoras possam fazer uma análise de risco que atenda as necessidades dos clientes e esteja adequada à situação particular de cada um, as seguintes variáveis são consideradas:
- perfil do segurado,
- plano e tipo de seguro que se deseja contratar,
- histórico de sinistros,
- localização,
- valor do bem e cobertura desejada.
Tendo por base os dados declarados pelo contratante, a análise considera também as bases estatísticas existentes, os modelos atuariais e utiliza tecnologias como big data e inteligência artificial para chegar ao valor adequado da apólice.
O valor do seguro de um bem pode variar significativamente devido às variáveis mencionadas. Isso ocorre porque fatores como o comportamento do segurado, a localidade do bem e as condições específicas desejadas na contratação são cruciais para determinar o preço final da apólice.
O impacto da análise de risco no valor da apólice
O impacto da análise de risco, como vimos, modifica o valor da apólice.
Em seguros de alto risco, o prêmio (valor pago pelo segurado pela cobertura) é elevado, e as condições tendem a ser mais rigorosas.
Para se ter ideia das possibilidades, uma seguradora pode, a partir da conclusão que as condições de sinistro são muito altas, recusar-se a emitir a apólice.
Em suma, quanto maior for o risco, mais caro será o prêmio do seguro. Por outro lado, quando há uma menor probabilidade de sinistros, os valores diminuem consideravelmente.
A chave para um seguro mais econômico está em adotar boas práticas, começando pelo fornecimento de informações corretas e completas sobre o item a ser segurado. É fundamental que esses dados sejam precisos, pois a seguradora irá verificá-los e qualquer omissão ou informação incorreta pode resultar na invalidação da apólice.
O contratante deve considerar as seguintes premissas para pagar menos pela prevenção, tais como:
- contratar uma cobertura adequada às suas necessidades,
- possuir medidas preventivas que possam evitar os sinistros,
- aumentar o valor da franquia para reduzir o prêmio,
- possuir um bom histórico como cliente.
Como se observa, são muitas as variáveis que incidem sobre o valor de um seguro, portanto, é importante estar atento a todos esses detalhes.
Agora que você sabe mais sobre a análise de risco feita pelas seguradoras, vale a pena conhecer a expertise da Sevisa nesse segmento e entrar em contato para contar com uma orientação especializada!
